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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Vantagens dos Peixes na Nossa Alimentação

Saiba quais as vantagens de comer Peixe

   Para que a alimentação fique mais rica e nutritiva, deve ser incentivado o consumo de peixe, visando a diminuição da ingestão de ácidos graxos saturados e ao aumento de poliinsaturados ômega 3, vitaminas e minerais.
  Os peixes possuem proteínas com valor nutricional ligeiramente superior às das carnes vermelhas. Além disso, as proteínas dos peixes são de alta digestibilidade, favorecendo o processo de digestão.
   A porcentagem de lipídeos da maioria dos peixes encontra-se entre 0,2 a 23,7%. Essa quantidade varia de acordo com a espécie, sexo, idade, tipo de alimentação, estação do ano, entre outros fatores. Assim, eles podem ser classificados em: Baixo teor de gordura: menor que 2%, Médio teor de gordura: 2 a 5%, e Alto teor de gordura: acima de 5%.
   Os peixes de carne clara apresentam menor quantidade de lipídeo que os de carne escura.  Os peixes de água salgada são mais ricos em ômega 3 porque se alimentam de fitoplâncton marinhos que contém esse ácido graxo, e são exemplos desse grupo, o atum, arenque, o bacalhau, a sardinha, e o salmão. Já os peixes de água doce também apresentam ômega 3 mas em muito inferior quantidade quando comparados aos do primeiro grupo.
   Os peixes são boas fontes de vitaminas e minerais, como vitaminas A, E e principalmente, D. Também são ricos em Niacina - presente nas reações químicas de liberação de energia em nosso corpo -  e Ácido Pantotênico - essencial no metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras. Além disso, também contém minerais importantes como sódio, potássio,  magnésio, cálcio, ferro, fósforo, iodo, flúor, selênio, manganês e cobalto.
  Outros benefícios proporcionados pelo ácido graxo ômega 3 presente nos peixes: Diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral (derrame), redução da pressão arterial, ação anti-inflamatória, combate os tumores, diminuição das taxas de triglicerídeos e colesterol total no sangue.
  Os peixes são versáteis e são fáceis de preparar. Os frescos cozinham em pouquíssimo tempo. Podem ser usados em diversas preparações, como: ao molho, empanado, assado, ensopado, cozido, grelhado, frito, a até mesmo cru. Também podem ser adquiridos em conserva, resfriados, congelados, salgados ou defumados. 
   Por causa de todas as vantagens descritas, incluir ou aumentar o consumo de peixes é uma boa atitude para obter os benefícios que os seus nutrientes fornecem!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

A Importância da Alimentação durante o Tratamento do Câncer

Alimentando-se corretamente o paciente irá se sentir melhor e mais forte, além de manter ou recuperar o peso, tolerar melhor os tratamentos e os efeitos colaterais, diminuir o risco de infecção e melhorar a cicatrização. 

A terapia nutricional para pacientes com câncer deve ser realizada de forma individualizada, levando-se em consideração, suas necessidades nutricionais, restrições dietéticas, tolerância, estado clínico, e efeitos colaterais esperados. Deve ser instituído tão logo seja diagnosticado a doença para prevenir a perda de peso e a desnutrição.

A escolha da estratégia nutricional pode variar desde a orientação nutricional nos primeiros estágios preventivos do diagnóstico, até a implementação de nutrição enteral (por sonda) em pacientes que não sejam capazes de suprir suas necessidades por via oral. 

A incidência de desnutrição em pacientes com câncer varia de 40 a 80%, sendo que os pacientes com tumores na região de cabeça e pescoço, pulmão, esôfago, estômago, cólon, reto, fígado e pâncreas apresentam uma maior prevalência, enquanto os pacientes com câncer de mama, leucemia, sarcoma e linfomas tem um baixo risco de perda de peso. A variação dessa prevalência ocorre primariamente pela localização do tumor, mas pode ser também devido a diferentes critérios utilizados para definir a desnutrição: idade, tamanho do tumor, tipo histológico, grau de estadiamento, presença de metástase e tratamento oncológico.

Os efeitos clínicos da desnutrição se manifestam por dificuldade de cicatrização, aumento do risco de infecção e toxicidade do tratamento, maior demanda de cuidados e custos hospitalares, diminuição da resposta ao tratamento, da qualidade de vida e sobrevida, quando comparados com pacientes com um adequado estado nutricional. 

As modalidades de tratamento para o câncer podem incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou a combinação de ambos. Cada uma destas podem resultar em efeitos colaterais que afetam o estado nutricional. As cirurgias podem resultar em dor local, dificuldade de mastigação e deglutição, jejum prolongado, fístulas, infecção da ferida operatótia, etc. A radioterapia e a quimioterapia não atuam exclusivamente na população de células malignas, atuam também nos tecidos normais, causando os efeitos colaterais e contribuindo para problemas nutricionais específicos e afetando potencialmente o estado nutricional do paciente. 

Alguns quimioterápicos levam a anorexia causando uma anormalidade no paladar, presença de ulceração na mucosa como mucosite, queilose, glossite, estomatite e esofagite interferindo na ingestão de nutrientes devido a dor severa. Praticamente todas as drogas antineoplásicas causam náuseas, vômitos e alterações gastrointestinais como a diarréia e constipação, sendo que esses sintomas são proporcionais a quantidade de droga ministrada, tornando-se mais intensos quando a quantidade de droga for maior. As primeiras conseqüências são redução da ingestão alimentar e conseqüentemente uma depleção do estado nutricional.

A gravidade dos efeitos da radiação dependem da área tratada, do volume, da dose e do tempo de tratamento. Apesar de temporários esses sintomas levam a graves conseqüências nutricionais, em especial quando os pacientes não são submetidos a um acompanhamento nutricional precoce e adequado. Portanto, as intervenções nutricionais pró-ativas em substituição às reativas devem integrar a terapia do câncer para que haja melhora nos resultados clínicos e na qualidade de vida.

A terapia nutricional pode ser feita por três vias, ou seja, a via oral, enteral ou parenteral. Cada método tem suas indicações precisas e adequadas, não cabem considerações sobre qual método é mais seguro ou barato. Havendo condições sempre a via mais fisiológica é a ideal. 

Deve-se insistir na via oral, fracionando melhor as refeições, modificando a consistência da dieta e variando a alimentação para evitar monotonia. Se apesar destes ajustes não se conseguir atingir as necessidades calóricas é válido o uso de suplementos nutricionais orais.


terça-feira, 17 de julho de 2012

Sentimentos e Doenças

SE NÃO QUISER ADOECER: CONTE OS SEUS SENTIMENTOS.

Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna... com o tempo, a repressão dos sentimentos degenera até em câncer.

Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.

O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.

(Drauzio Varella)

domingo, 15 de julho de 2012

NOVO CONCEITO DE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR: O NOVO CONCEITO DE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

A nova pirâmide alimentar como podemos observar leva em conta vários fatores que a anterior não tinha em sua composição. 




Como podemos observar: na base da pirâmide temos a Água e a Atividade Física, os Cereais Integrais, Azeite Extra Virgem e Gordura de origem Vegetal, e olha lá no topo na pirâmide, a Carne Vermelha! Que antes ficava junto ao grupo das carnes, agora tem consumo esporádico. 


Abaixo algumas orientações do Novo Conceito Alimentar: 

 Escolher uma dieta variada com alimentos de todos os grupos da Pirâmide;

 Dar preferência aos vegetais como frutas, verduras e legumes;

 Ficar atento ao modo de preparo dos alimentos para garantia de qualidade final, dando prioridade aos alimentos em sua forma natural, e às preparações assadas, cozidas em água ou vapor, e grelhadas;

 Ler os rótulos dos alimentos industrializados para conhecer o valor nutritivo do alimento que será consumido;

 Medidas radicais não são recomendadas e os hábitos alimentares devem ser gradativamente modificados;

 Utilizar açúcares, doces, sal e alimentos ricos em sódio com moderação;

 Consumir alimentos com baixo teor de gordura. Preferir gorduras insaturadas, leite desnatado e carnes magras;

 Se fizer uso de bebidas alcoólicas, fazer com moderação,

 Para programar a dieta e atingir o peso ideal considerar o estilo de vida e a energia diária necessária.